O autor de As Bem Resolvidas(?)

LUIS EDUARDO MATTA nasceu no Rio de Janeiro, em 1974, cidade onde atualmente reside. Descendente de libaneses pelo lado paterno, o autor iniciou a carreira literária em 1993, aos 18 anos, com a publicação do livro Conexão Beirute-Teeran, um thriller com nuances policiais, ambientado no pós-guerra do Líbano. A obra contou com prefácio de Mansour Challita, ex-embaixador da Liga dos Estados Árabes e uma das principais autoridades no Brasil em temas ligados ao Oriente Médio.

Seu segundo livro só sairia quase uma década mais tarde, em 2002: Ira Implacável: Indícios de Uma Conspiração, um romance de suspense e espionagem sobre uma conspiração terrorista internacional ambientada no Brasil, nas Nações Unidas e no Oriente Médio. Em 2005, foi lançado 120 Horas – um thriller de mistério, drama, intrigas políticas e familiares; enredo no qual o mundo da alta-costura e os bastidores do tráfico internacional de armas e material atômico servem de cenário para o desenvolvimento de uma sórdida trama conspiratória. Dois anos mais tarde, em 2007, Matta publicou o thriller Morte no Colégio sobre a investigação de um assassinato que teria ligações com a busca por antigos manuscritos que comprovariam a existência do mítico continente perdido de Atlântida. A obra marcou a estreia do escritor na ficção juvenil. O segundo e terceiro títulos neste segmento – Roubo no Paço Imperial e O Rubi do Planalto Central – foram publicados, respectivamente, em 2008 e 2009. Também em 2009 chegou às livrarias O Véu, thriller explosivo de drama, suspense e mistério, cujo enredo mistura o mercado de arte aos meandros da política iraniana. Em 2011, foi a vez de O Dia Seguinte, thriller juvenil ambientado em Nova York nas horas seguintes aos ataques ao World Trade Center. No mesmo ano, Matta fez sua estreia como autor de chick lit, publicando Quem Manda Aqui Sou Eu!, primeiro volume da série As Bem Resolvidas(?).

Como contista, o escritor participou das antologias Território V: Vampiros em Guerra (2009), Dimensões.BR (2009), Jogos Criminais (2011) e Internautas: os chips reinventando o nosso dia a dia (2011).

Luis Eduardo Matta tem, ainda, diversos artigos e ensaios publicados, a maioria no portal Digestivo Cultural, do qual foi colunista durante cinco anos.

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